CONSULTORIO-4.jpg_1948249902Saber quanto custará o seu consultório médico é uma das grandes preocupações desses profissionais, principalmente para aqueles que querem, por fim, ter o seu próprio negócio. Montar um consultório médico implica em custos reais que não podem ser desconsiderados. Pois, por mais simples que seja esse empreendimento, sempre haverá alguns custo que não podem ser descartados.

Ultimamente temos visto diversos prédios construídos especificamente para abrigarem empresas médicas. Sendo que, nesses imóveis, mais de 70% dos consultórios têm apenas 30m2. Nesses casos, mesmo acatando as normas da arquitetura modernas, sabe que um consultório com essas dimensões é considerado muito pequeno. Segundo um levantamento feito com os médicos e clientes um consultório deve ter no mínimo 40m2 para ser o agradável para a sua operacionalidade.

Obviamente, que, quando se trata de clínicas médicas essas dimensões são minimizadas haja vista que muitas dependências desse tipo de empresa são múltiplas compartilhadas. O que, obviamente diminuir os tamanhos específicos e conseqüentemente os custos de instalação e operação.

Para um consultório de 40m2 em uma cidade média brasileira o custo do metro quadrado instalado está em torno de R$ 512,00.

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depresFonte: Folha de S.Paulo

Uma pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina do ABC com 481 estudantes de medicina indica que 38% deles têm sintomas de depressão. Foram distribuídos questionários usados para avaliar a doença.

A fase mais crítica, de acordo com a pesquisa, são os dois últimos anos, que coincidem com o início da prática médica mais intensa e o internato. As chances de perder peso, libido e horas de sono são maiores nesse período.

“Há mais contato com o doente, no ambulatório e no hospital, e o aluno pode viver extremos: sofrer demais ou ser muito frio, e ambos são ruins e podem contribuir para um quadro depressivo”, diz o líder da pesquisa, Sérgio Baldassin, psiquiatra e coordenador do Sepa (Serviço de Orientação Psicológica ao Aluno) da Faculdade de Medicina do ABC.

Pressão

No final do curso, também há uma grande expectativa de competição para a residência, segundo Baldassin, outra fase de alta pressão.

Um relatório elaborado pela ONG americana Institute of Medicine pede a redução da carga horária dos médicos residentes nos EUA para diminuir os riscos de erros provocados pelo cansaço.

De acordo com o levantamento, esses profissionais trabalham cerca de 80 horas semanais, em turnos de 30 horas, com privação de sono. A proposta da entidade seria estipular um turno de, no máximo, 16 horas e incluir um prazo de descanso obrigatório a cada cinco horas trabalhadas.

OPS MED.jpgOportunidades de Negócios para Empresas Médicas

Quais são as especialidades médicas mais lucrativas no Brasil?

Quais são os procedimentos médicos mais procurados pelos clientes?

Quais são as cidades e regiões onde se ganha mais dinheiro com a atividade médica?

Quais são as especialidades médicas mais adequadas para uma clínica realmente lucrativa?

Existe um índice com notas de validade de investimentos em serviços de saúde?

Essas e tantas outras perguntas instigantes permeiam as cabeças dos médicos, administradores e gestores de saúde privada do Brasil. Saber realmente onde estão os nicho de mercados na área de saúde e como e onde investir nesse segmento, tem sido a preocupação de muita gente que sabe que o mercado de saúde no Brasil é um grande e próspero filão.

SAIBA MAIS AQUI… >> Relatório Especial – Oportunidades de Negócios para Empresas Médicas <<

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O negócio da NASA é fazer pesquisas e viagens espaciais. O negócio da Microsoft é fornecer software. Já o negócio do Google é oferecer acesso as pesquisas na Internet. O único negócio da Intercriar é fornecer informações privilegiadas e muitas até simplesmente exclusivas.

Esse é o nosso negócio. Esse é o nosso lema. Esse é o nosso cativante labor.

O nosso público é altamente profissional e seletivo. Os nossos clientes são altamente exigentes e muito bem informados. Daí, a nossa preocupação latente de ser um fornecedor sempre inovador e principalmente ágil.

As informações, ebooks, apostilas e podcasts que você encontra aqui são exclusivas e focadas nas crescentes exigências dos nossos clientes.

Não somos nem queremos ser populares ou meros barateiros. A nossa noção de negócio se concentra no valor e não no preço, que é um mero composto mercadológico. Primamos pela qualidade e satisfação de nossos clientes. Depois focamos nos nossos resultados.

Somos, portanto, fieis aos nossos ideais da busca da excelência, do sucesso e da prosperidade. Não vamos nos tornar apenas uma grande empresa. Seremos, em muito em breve, uma grande realização empresarial.

Se você tem vontade de ser tornar um investidor de sucesso, a sua oportunidade é agora. A Intercriar vai crescer muito em breve e precisará de parceiros de sonhos e objetivos. Nós estamos recrutando guerreiro destemidos e parceiros de sucesso.

Assim como oferecemos somente informações privilegiadas, essa é por certo, uma das melhores desse ano. Fale conosco e venha para o clube dos vencedores.

intercriar@hotmail.com

amdO Programa de Educação Médica Continuada AMB/CFM, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, oferece gratuitamente curso de atualização sobre Emergências Médicas a todos os médicos paulistas.

O curso é composto de três módulos e o primeiro já está disponível: são 20 aulas a distância, gratuitas, formadas por apresentações interativas e testes de múltipla escolha. Não há limite de participantes. Os médicos devem se matricular em uma aula por vez e somente estarão aptos a passar para outro tema quando completarem o anterior e enviarem a prova do teste final. Os interessados devem clicar aqui para começar o cadastro .

Para dar continuidade ao curso de atualização e avançar para a segunda fase, o médico precisa fazer todas as 20 aulas online e ter tido aproveitamento mínimo de 70%. A segunda etapa é um curso prático/ presencial e tem vagas limitadas. Essas aulas ocorrerão em São Paulo, na sede da Associação Paulista de Medicina (APM).

No fim do processo, o médico participante receberá um livro-texto sobre Emergências Médicas, publicado pela AMB e impresso pela Editora Manole.

Cada aula online acumula 0,5 ponto para a obtenção do Certificado de Atualização Profissional (CAP).

Mais informações: (11) 3178-6800, ramal 256, ou emc@amb.org.br

Fonte: AMB

O Ministério da Saúde publicou um artigo muito interessante sobre a História da Saúde Pública no Brasil. O link de acesse é esse aqui. Mas você poderá baixar o texto em formato de livreto aqui >> História da Saúde Pública no Brasil -MS <<

O material é GRATUITO e está disponivel no Portal Saúde

Agora você e sua empresa poderão utilizar os serviços de atendimento virtual da Intercriar, pagando pequenas mensalidades e tendo acesso às centenas de informações privilegiadas que poderão revolucionar o seu negócio.

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resposta2009

ato medicoProjeto regulamenta o exercício da atividade e restringe procedimentos feitos por profissionais de outras áreas

A Câmara dos Deputados aprovou ontem projeto de lei que regulamenta o exercício da medicina e aponta procedimentos privativos dos médicos, o chamado ato médico. A proposta restringe a possibilidade de outros profissionais, como fisioterapeutas e nutricionistas, entre outros, de fazer diagnósticos e oferecer tratamento.

Um dos pontos que devem gerar mais discussão é o que restringe a médicos “a invasão da pele atingindo o tecido subcutâneo para injeção” e outros procedimentos.

Uma das interpretações é que esse artigo fará com que procedimentos como acupuntura, praticados por profissionais de diversas profissões que fazem cursos de especialização na área, fiquem restritos apenas a médicos formados.

O projeto de lei ainda dá aos médicos a prerrogativa de apenas eles formularem diagnósticos sobre doenças e prescrição de medicamentos, indicação de cirurgias, execução de procedimentos invasivos – mesmo os estéticos.

Se a lei for aprovada, ações como intubação, emissão de laudos de exames de imagem, prescrição de próteses e órteses, realização de perícias e atestados de óbitos ficariam restritas aos médicos. Dentistas estão excluídos das restrições, podendo realizar os mesmos procedimentos dentro da sua área de atuação.

RISCO DE MORTE

Outros profissionais, como fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos e enfermeiros, tiveram garantidas na lei o acesso a procedimentos como aplicação de injeções, coleta de material biológico, realização de alguns tipos de exames, curativos e, especialmente, atendimento à pessoa sob risco de morte iminente.

A preocupação dos deputados foi não permitir que pessoas que façam atendimentos de primeiros socorros sejam penalizadas por atendimento emergencial.

A lei deve voltar ao Senado antes da aprovação definitiva, já que sofreu diversas alterações ao longo da tramitação na Câmara dos Deputados.

Ainda assim, apesar de ser mais detalhada e um pouco mais restrita que a proposta original dos médicos – não só mais ampla, mas aberta a interpretações variadas quando usava, por exemplo, como definição de ato médico todos os procedimentos de “prevenção primária, secundária e terciária” -, a proposta deve gerar várias contestações judiciais de outras áreas da saúde.

Fonte: 22/10/2009
Jornal:Estado de São Paulo
Lisandra Paraguassú, BRASÍLIA

comissao aprova pl médicoNa quarta-feira, 14, a Comissão de Seguridade Social e Família  (CSSF) da Câmara dos Deputados aprovou o por unanimidade o parecer favorável de deputado Eleuses Paiva (DEM -SP) ao Projeto de Lei (PL) 7.703/2006, que regulamenta a medicina, conhecido como Ato Médico. O próximo passo é a votação no Plenário.“Já existia acordo para aprovação da matéria, por isso não atende a interesses corporativos. O relatório foi baseado no ponto de vista do conhecimento, e não sob a ótica corporativista”, disse Paiva.

O PL 7.703/06 já havia sido aprovado na Comissão de Educação e Cultura (CEC), onde recebeu oito emendas do relator e biomédico Lobbe Neto (PSDB-SP). Na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) também apresentou parecer favorável, ratificando a constitucionalidade do projeto. O PL também já tinha obtido parecer favorável da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara.

O PL 7.703/06 tramita em regime de urgência, o que garante a sua votação em plenário num prazo máximo de 60 dias. A medicina é a única profissão de saúde que não tem suas atividades reguladas por legislações específicas. Além das atividades privativas, o texto lista atividades que não são privativas do médico  e ressalva que algumas das atividades privativas não se relacionam à atuação dos odontólogos, que continuam atuando quanto à saúde bucal de maneira separada.


Fonte: AMB/SBPC

raivaSÃO PAULO - Pesquisa realizada pela empresa CVA Solutions com 5.261 usuários de 39 planos de saúde privados de São Paulo e do Rio de Janeiro aponta que 54% gostariam de trocar de operadora. A chamada portabilidade de carências vale desde abril, mas nem todos os entrevistados podem adotá-la, já que a maioria (53%) tem plano vinculado à empresa em que trabalha. As entrevistas foram feitas em junho e julho, nas duas regiões metropolitanas. Sócio e diretor da CVA, Sandro Cimatti atribui o resultado à avaliação dos planos de saúde. “Dos vários segmentos que a gente audita, os planos de saúde tiveram a pior avaliação. A nota média este ano foi 6,27, menor que a do ano passado, quando fizemos o estudo pela primeira vez (de 6,69). Perdem até para bancos e empresas de telefonia celular”, afirma Cimatti.

Desde 15 de abril, os usuários de planos individuais de assistência médica contratados a partir de janeiro de 1999 podem trocar de operadora sem ter de cumprir carências que limitem a cobertura de procedimentos. A portabilidade de carências pode beneficiar cerca de 15% (6 milhões) do total de usuários de planos de saúde no País. A pesquisa da CVA Solutions mostra que, dos entrevistados que declararam a intenção de mudar de plano, 49% estão há pelo menos quatro anos com a mesma operadora e 29%, há oito anos ou mais.

Procurada ontem, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) não comentou o estudo. De acordo com a ANS, o primeiro balanço sobre a portabilidade será divulgado em outubro, quando a medida completará seis meses. A Agência informou que está aguardando dados atualizados das operadoras – os relatórios são trimestrais. A reportagem não conseguiu localizar ontem o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), Arlindo de Almeida.

Fonte: As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

decepcaoAs novelas da Globo sempre retrataram a realidade brasileira em suas diversas faces, crueis ou festivas.

Ontem, lá pelas 10 da noite, no que seria a novela das oito, assisti à personagem de supervisora proibir a médica de atender por mais de 20 minutos uma paciente de plano de saúde.

Este é o espelho da nossa realidade. As operadoras fazem de conta que pagam e os hospitais fazem de conta que atendem. O paciente faz de conta que foi atendido e a saúde no país sai perdendo. Aliás, todos saem perdendo nesse jogo de faz de conta.

Consulta – como no caso da novela – não tem que ser feita em hospital e sim, em clínicas ou postos de saúde, sejam eles públicos ou particulares.

As fontes pagadoras, autogestões ou planos privados, devem começar a credenciar clínicas médicas com o fim específico da regulação e do encaminhamento, dando aos médicos tempo suficiente para um bom atendimento. Não seria demais exigir a abertura de um prontuário eletrônico via web com a história clínica do paciente, incluindo os exames complementares de diagnóstico.

Com isso, a grande maioria dos casos estaria resolvida ali mesmo, devolvendo o paciente para sua casa, diagnosticado e muitas vezes tratado, liberando os hospitais para casos mais complexos, que são sua verdadeira vocação.

Este é o nosso sistema, caro e com cada vez mais personagens insatisfeitos, seja prestador, operadora ou usuário. Coitados!

Josué Fermon é Consultor em Saúde Suplementar

Fonte: Saúde Business

palnilha de custos consult intercriarConheça agora uma completa planilha de custos em Excel. Para quem tem um consultório médico e quer controlar todos os seus custos e despesas, estamos disponibilizando uma poderosa planilha de custos voltada exatamente para esse segmento de mercado.

Essa planilha em Excel controla todos os custos por itens (centros de custo), sumariza todas as despesas mensais e calcula automaticamente os percentuais de participação de cada item nas despesas total da empresa. Além disso, se controlam todos os custos mensais, que são automaticamente direcionados para a planilha de fechamento anual, onde é feita toda uma análise gerencial.

Nessa planilha estão descritos todos os itens que compõem os custos comuns em todos os consultórios médicos brasileiros, abrangendo dessa forma 99% dos itens de controle. Para os casos mais que específicos se tem ainda 04 opções de inserções de novo itens de custos nessa planilha.

Para garantir a segurança das planilhas, todas as fórmulas matemáticas e financeiras estão protegidas de alterações. Dessa forma, não se têm as possibilidades de erros de digitação e apagar fórmulas ou dados e assim danificar definitivamente a planilha. O usuário dessa planilha terá acesso somente aos locais de inserção dos seus dados empresariais. A própria planilha executará todos os cálculos e criará todos os gráficos de controle e gerenciamento.

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Resultados da nossa enquete:

enquete Intercriar

cursos-online2009Uma nova modalidade de sistema de acesso aos serviços médicos particulares tem tomado conta das empresas médicas brasileiras. Trata-se do sistema pré pago de consultas e procedimentos médicos particulares.

Esse modelo de sistema tem origem na Europa e já se encontrar presente em diversos países do mundo inteiro, inclusive no Brasil, aonde, aos poucos vai atraindo viçosa clientela e despertando os interesses de diversas empresas da área de saúde.

O sistema de cartão pré pago de saúde é na verdade uma evolução do sistema de fidelidade saúde. Esse novo sistema oferece, nessa nova opção de negócio, a possibilidade para cliente provisionar recursos financeiros que podem ser utilizados em serviços médicos particulares ao longo de um determinado período.

Saiba Mais…

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emprego intercriar

willimnaO pensador americano Willian Arthur Ward dizia que as oportunidades são como o nascer do sol. Se você esperar demais, vai perde-las. Essas frases servem como luva certa para algumas empresas médicas brasileiras, que encobertas por enraizados paradigmas não conseguem ver oportunidade no mercado de saúde do Brasil e vivem sobre a batuta insana dos prejuízos mensais impostos pelas malfadadas parcerias dos planos de saúde convênios médicos.

Enquanto isso estudos mercadológicos específicos indicam que 42 milhões de brasileiros utilizam os serviços médicos particulares e movimentam bilhões de reais todos os anos. Esse mercado é composto por pessoas que não querem pagar mensalidades aos planos de saúde e preferem pagar só e somente pelos serviços médicos que utilizam eventualmente.

É exatamente nesse ponto que atua o SIS – Sistema Independente de Saúde, que surgiu como balizador do mercado de serviços médicos no Brasil e tem revolucionado todo esse segmento pois é muito vantajoso para os seus usuários e principalmente lucrativo para os prestadores de serviços médicos.

O SIS atua como uma espécie de central de agendamento de consultas e procedimentos médicos, onde os usuários cadastrados utilizam o sistema auto-sugestivo para encontrar o médico ou serviços médicos que mais se adéqüem as suas necessidades e condições geográficas e financeiras. Através de um site ou central telefônica o usuário do SIS tem acesso a uma vasta rede credenciada formada por prestadores de serviços médicos, onde ele pode escolher os melhores preços particulares e disposições geográficas deste prestadores.

Como o usuário do SIS paga uma taxa de adesão, é daí então que vem exclusivamente a receita da empresa gestora do sistema. Para o prestador de serviços médicos várias vantagens são vistas, principalmente porque há a terceirização sem nenhum custo do seu sistema de agendamento de consultas e procedimentos e o pagamento direto do usuário para o prestador de serviços. A empresa gestora do SIS não cobra pela adesão dos prestadores de serviços médicos nem recebe comissões sobre os serviços realizados.

Toda a operação de marcação de consultas e procedimentos médicos são feitas pelo próprio usuário do SIS no site da empresa. Dessa forma o custo de atendimento de cliente é baixíssimo e principalmente ágil. Para o médico credenciado ao SIS esse sistema é a oitava maravilha do mundo, pois o sistema independente de saúde potencializa exatamente a quantidade de serviços médicos particulares.

Como os planos de saúde e convênios médicos diziam que o mercado de serviços médicos particulares no Brasil estava moribundo, essa parcela da clientela foi simplesmente esquecida e malograda. Todavia, recentemente esse mercado foi avivado por grandes bancos nacionais que investiram milhões de dólares nesse mercado e tem tido lucros avassaladores. Agora, assustados com o sucesso do SIS em todo o Brasil os planos de saúde e convênios médicos já tentam desarticular o modelo SIS, impondo regras e normas lobistas, que como todos os profissionais de saúde sabem, são verdadeiras mordaças escravistas e vergonhosamente chamadas de parcerias.

O que os planos de saúde e convênios médicos não sabiam é que o modelo SIS é bem-visto pela esfera governamental do nosso país, pois ele é entendido como um coadjuvante muito benquisto do sistema de saúde nacional, haja vista que o SIS auxilia, – mesmo que informalmente -, o acesso aos serviços médicos particulares. Esses, obviamente, não cobertos pelo modelo público de saúde do Brasil.

No Congresso Nacional já se estudam algumas medidas para se enquadrar o SIS como empresa específica de agendamento de serviços médicos particulares. A até o próprio CADE já teceu argumentos favoráveis ao modelo SIS uma vez que esse não interfere no sistema de saúde nacional, por se tratar de uma atividade comercial de intermediação de serviços. Atividades, por sinal bastante comum no mercado brasileiro.

Obviamente que se faz necessário conhecer as especificidades deste sistema e principalmente os aspectos jurídicos e operacionais desse modelo de negócio para se implantar o SIS em determinadas regiões brasileiras.

No site da Intercriar oferecemos diversos artigos e vários vídeos que descrevem e detalham o modelo SIS. Se você preferir mais informações sobre esse tema utilize o nosso e-mail ou acesse o nosso site, também abaixo descritos.

Uma coisa é certa, o SIS é uma excelente oportunidade de negócio. A pergunta do momento é: Você concorda com a frase de  Willian Arthur Ward?

01 – Introdução

Conheça o Sistema Indendente de Saúde

Conheça o Sistema Indendente de Saúde

Enquanto muitos profissionais da área de saúde viviam sobre queixumes diuturnos provocados pelos maus tratos advindos das péssimas relações com os convênios médicos e planos de saúde, algumas pessoas empreendedores virão que era possível ganhar muito dinheiro exatamente com o grupo de clientes expurgados pelos planos de saúde. Esses empreendedores criaram o modelo independente de saúde.

Como bem se sabe os planos de saúde e convênios médicos não tem interesse sobre os planos individuais, que segundo essas empresas, dão prejuízos.

Na verdade a realidade é que as pessoas não querem pagar mensalidades para ter pífios serviços médicos, – coisa, por sinal, muito comum entre os planos de saúde. Os clientes de serviços médicos querem cada vez mais serviços de qualidade e pagam, quando necessário, valores justos.

Visando atender exatamente essa clientela, surgiram os modelos de sistemas independentes de saúde (SIS) que se tornaram sucesso em todo Brasil e hoje incomodam os planos de saúde e convênios médicos. O modelo SIS tem sido a melhor opção de acesso aos serviços médicos de qualidade para as pessoas que não querem ou não podem pagar mensalidades de planos de saúde.

Mas a final o que é modelo SIS? Como ele funciona? Por que para a sua implantação não se requer registro da ANS? Por que o modelo SIS não pode ser implantado dentro de empresas médicas?

Visando responder essas e outras tantas perguntas sobre o tema, montamos esse relatório especial que instrui de maneira prática e direta como se monta uma empresa gestora de sistema independente de saúde. A nossa idéia nesse relatório especial é oferecer acesso as informações privilegiadas que antes só estavam nas mãos das grandes empresas que hoje exploram o bem sucedido modelo SIS no Brasil e auferem expressivos lucros.

Com a leitura desse relatório especial, você saberá exatamente como se monta, registra e se opera uma empresa gestora do modelo SIS. Seguindo as nossas orientações por certo você ganhará muito dinheiro nesse segmento de mercado.

Esperamos que você tenha muito sucesso nessa empreitada.

Antes, porém, vamos conceituar o modelo SIS lhe respondendo a primeira das perguntas feitas no início deste texto, pois afinal você quer saber exatamente isso:

O SIS é a intermediação de serviços médicos para os seus usuários e terceirização de agendamento de consultas e procedimentos médicos para os seus prestadores de serviços.

Nos próximos capítulos iremos responder todas as demais perguntas. Note, porém que para implantar o modelo SIS você precisará entender como funciona o modelo de empresas de sistema de cartão de PVC. Por conta disso, vamos conceituar preliminarmente esses tópicos para que você entenda melhor o assunto. Após os 03 primeiros capítulos adentraremos definitivamente no objeto principal desse relatório especial.

Sucesso e sorte para você.

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vagas medico intercriarConheça agora centenas de vagas de empregos para médicos no Estado do Paraná. As vagas estão classificadas por especialidades médicas, cidades, salários etc. e são atualizadas diariamente. Além disso através desse link se pode também alugar consultórios médicos ou prestar serviços.

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Se você quer conhecer as vagas para médicos(as) no Estado de São Paulo, consulte esse link. BEM

CID-10VOL.1Depois de um longo período de discussões, inclusive com ações na Justiça, as entidades médicas nacionais – FENAM, Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Médica Brasileira (AMB) -, conseguiram vencer a resistência das operadoras de saúde e a partir desta quinta-feira, 01/10, os médicos que prestam serviços aos planos de saúde não precisam mais continuar preenchendo o Código Internacional de Doenças (CID) nas guias de solicitação de consultas e exames. A decisão foi tomada durante reunião do Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPISS), realizada na sede da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no Rio de Janeiro. Com isso, o CID só precisa ser preenchido nas guias de internação, conforme prevê resolução do CFM. O secretário de Saúde Suplementar da FENAM, Márcio Bichara, que representou a entidade na reunião, alerta que qualquer exigência por partes dos planos de saúde deve ser denunciada às entidades médicas.

Fonte: FENAM

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“Os médicos continuarão sendo médicos sem os planos de saúde e convênios médicos. Esses, sem os médicos, não existem.”

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