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Entenda como funciona o mercado de serviços médicos populares no Brasil. Saiba como se monta e se opera uma empresa desse porte e tipo, quanto se investe, se remunera, se paga de impostos, tipos de ofertas de serviços etc. Todas as informações necessárias para se abrir e operacionalizar uma clínica médica popular. Baixe agora a versão demo desse e-book e leia os 02 primeiros capítulos. É grátis!

Guia completo e definitivo para montar e administrar uma clínica médica popular. Estudo técnico elaborado para uma clínica médica de 05 consultórios. Descrição de todos os aspectos legais, estruturais e operacionais, bem como os valores de investimentos, tabelas de preços de serviços, técnicas de atendimento e implantação de cartão de clientes.

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Você quer saber quanto custa cada atendente da sua empresa médica? Quais são os impostos incidentes e as despesas totais? Qual é o custo por hora de atendimento na recepção?

Aprenda também calcular o seu custo operacional! É GRÁTIS!

Saiba tudo isso agora neste artigo inédito.

Veja os Impostos Sobre os salários das atendentes de Clínica médica:

Salário Base (SP) 490,00
INSS = 33,15% (total) 162,44
FGTS = 08% descontado do empregado 39,20
FGTS = 27,8% empregador 136,20
Vale Transporte = 06% descontado do empregado 29,40
Total de Impostos 298,60
Valor do Vale Transporte 120,00
Cesta Básica 52,00
Auxílio creche (por filho) 01 filho 98,00
Plano de Saúde 80,00
Total de Despesas 256,00
Total dos Impostos e Despesas 554,60
Valor total do salário 1.044,04
Participação do Salário Base 53%
Participação das Despesas 47%

Note que neste exemplo, não foram computados os custos com 13º salário, férias e impostos sobre esses itens, nem provisões sobre treinamento, demissões, contratações etc. Sobre o salário base do empregado se deduz R$ 68,60 de FGTS e vale transporte.

Com base no cálculo acima, pode-se ainda calcular o custo por dia:

R$ 1.044,60 04 / 22 dias úteis = R$ 47,48

Custo da Hora / trabalho

R$ 47,48/ 08 horas = R$ 5,93

Além disso, pode-se também calcular o custo do atendimento de cada cliente, o custo total da recepção, o custo operacional do setor, o valor da hora/atendimento, o valor do atendimento médico, entre outros.

Você quer saber quanto custa cada atendimento da sua empresa? Quer saber quanto custa cada consulta de 20 minutos de duração? Ou um retorno de 15 minutos? Nós podemos calcular isso para você. Você sabe escalonar os atendimentos por convênios? Para saber mais peça informações pelo e-mail: intercriar@hotmail.com

Após 02 anos de pesquisas, estudos e simulações chegamos a um nome de site que representa todas as ambições dos clientes. O nome ATEND CARD foi escolhido devido a sua fácil dicção, memorização e atrelamento dos ternos usados aos sistemas on-line de atendimento.

Em nossos estudos ficou comprovado que o nome AtendCard representa a figura mental de um cartão de atendimento que pode ser utilizado por uma empresa de descontos, cartão de créditos e de serviços, podendo ainda, ser atrelado principalmente á saúde, uma vez que os termos Atend Card Saúde congregam facilmente a idéia de atendimentos clínicos.

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Médicos e administradores estão no topo da lista de profissões mais bem pagas do país, de acordo com o estudo ‘O Retorno da Educação no Mercado de Trabalho”, divulgado hoje pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Os médicos com mestrado ou doutorado estão no topo da lista de chance de ocupação, com 93% de probabilidade de estar empregado. Esta categoria tem uma remuneração salarial média de R$ 8.966. Em compensação, os médicos também lideram a lista do número de horas trabalhadas por semana, com uma jornada média de 52,02 horas.

Já os médicos com graduação tem um salário médio de R$ 6.705 e uma probabilidade de ocupação de 90%. No sentido oposto, os formados em teologia estão entre as piores colocações e em terceiro lugar na jornada de trabalho, com 49,03 horas semanais.

Fonte: Folha Online  www.folha.com.br

Leia matéria completa AQUI!


Fonte: ITWEB
por Mitch Wagner | InformationWeek EUA
19/01/2010
Serviço do gigante das buscas é gratuito e popularização tem ocorrido por meio de parcerias

O Google Health pretende permitir que os usuários “se envolvam mais com seus cuidados médicos”, disse Roni Zeiger, gerente do produto Google Health. “A medicina continua sendo muito complicada. Os médicos têm pouco tempo para dar atenção aos pacientes nas salas de exame, e cada um de nós, como pacientes, fica com mais responsabilidade ao precisar se cuidar.”

O Google tem sido o grande líder em e-health simplesmente porque as buscas sobre assuntos relacionados à saúde sempre foram populares. Quando as pessoas estão doentes – ou acham que estão -, uma das primeiras coisas que elas fazem é buscar informação online.

“O que eu sempre escuto dos meus amigos médicos é que, cada vez mais, as pessoas chegam às consultas com uma pilha imensa de perguntas sobre informações que encontraram online”, contou Zeiger, que também é médico em exercício. “Às vezes, as perguntas vêm de boas informações, às vezes, nem tanto. Parte da nossa missão é diminuir essa pilha de vinte páginas de perguntas para uma página de questões bem fundadas”.

Isso é bom para o paciente e também melhora a qualidade do atendimento médico. Às vezes, os pacientes encontram tratamentos nessas pesquisas e seus médicos nem sequer ficam sabendo.
O Google Health, lançado ano passado, oferece uma interface na qual os usuários podem inserir as informações. Eles também podem dar permissão para que o Google Health acesse os dados mantidos por vários provedores de serviços de saúde. Por exemplo, mais de 100 mil pessoas, nos EUA, podem dar ao Google Health acesso às copias eletrônicas de seus históricos de remédios prescritos adquiridos em farmácias ou em postos de benefícios farmacêuticos. “O Google Health ajuda a organizar as informações médicas em um ambiente seguro”, relatou Zieger.

Parceria

O Google se uniu a outras empresas que também podem usar o Registro Pessoal de Saúde (RPS) para oferecer serviços e informações personalizadas. Associação Americana do Coração, por exemplo, com permissão do paciente, analisa exames de sangue importados dos sistemas de outro parceiro, o Quest Diagnostics, para medir o nível de colesterol e a pressão sanguínea e relacionar esses resultados a outros dados médicos, como, por exemplo, se o paciente sofre ou não de diabetes. Eles podem unir essas informações para determinar os riscos de um ataque cardíaco e dizer o que pode ser feito para diminuir as possibilidades.

A DMLiveCare, que oferece vídeo-consulta, é outro exemplo. Em parceria com o Google Health, ela permite que os pacientes importem todo seu histórico médico do Google Health por meio de um único clique no site da MDLiveCare. Dessa forma, os médicos têm acesso às informações mais importantes sobre as condições de saúde dos pacientes durante as vídeoconsultas.

A Clínica Cleveland, um centro médico acadêmico sem fins lucrativos, permite que os pacientes exportem seus registros para o sistema do Google Health. O Centro Médico Beth Israel Deaconess, um dos hospitais universitários de Harvard, uniu seu portal online PatientSite ao Google Health. Outros parceiros também permitem que o Google importe informações médicas, com a permissão dos pacientes, incluindo Allscripts e Blue Cross Blue Shield of Massachusetts.

O Google Health é gratuito para usuários e parceiros. A empresa espera que quanto mais as pessoas usem os serviços do Google Health, mais buscas elas façam, o que aumenta a renda da empresa.

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Fonte: Agência Senado

Pela proposta a aplicação das penas deverá obedecer à graduação, exceto casos graves que exijam imediata penalidade de suspensão

Projeto da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) pretende graduar as punições disciplinares aplicadas aos médicos pelos conselhos regionais de medicina. De acordo com a autora, a legislação em vigor favorece a impunidade por não prever graduação entre a pena de suspensão do exercício profissional e a cassação do diploma, assim como ao não reconhecer a possibilidade de reabilitação do médico.

“Nossa opinião é a de que faltam penas intermediárias entre as atuais de suspensão da atividade profissional por trinta dias e de cassação definitiva do diploma – o que corresponde a uma verdadeira pena de morte profissional”, ressaltou a senadora na justificação da proposta.

A proposta (PLS 437/07), que altera a lei que dispõe sobre os Conselhos de Medicina (lei 3.268/57), foi sugerida pela presidente da Academia Sergipana de Medicina, Déborah Pimentel. A matéria está na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), na qual receberá decisão terminativa, e será relatada pelo senador Augusto Botelho (PT-RR).

Pela proposta, exceto em casos graves que exijam aplicação imediata de penalidades de suspensão ou cassação do diploma do médico, a aplicação das penas deverá obedecer à graduação. Após a advertência e censura confidenciais feitas em aviso reservado ao profissional, como determina a legislação atual, o projeto de Maria do Carmo inclui censura pública em publicações dos conselhos regional e federal de Medicina, participação e conclusão compulsória em curso de ética profissional promovido pelo Conselho Federal de Medicina, bem como participação e conclusão em curso ou estágio de aperfeiçoamento ou especialização, como requisitos de retorno à atividade profissional.

A proposta também altera o período de suspensão do exercício profissional, que, pela lei vigente, é de até 30 dias. Pelo projeto, tal período passará a ser de um a seis meses. A cassação do diploma pelo Conselho Federal continua sendo o último nível de punição do profissional.

“Somos a favor de que as sanções – quaisquer que sejam elas – devam ser não apenas punitivas, mas também educativas e reabilitadoras, permitindo o retorno do apenado à prática profissional uma vez que tenha sido comprovadamente reabilitado ética ou tecnicamente”, disse Maria do Carmo.

O processo disciplinar, de acordo com a proposta, será instaurado no âmbito do conselho regional com jurisdição na área onde se desenvolverem as atividades profissionais de médico. Ao acusado são asseguradas as garantias do processo legal, como ampla defesa e contraditório. Ainda pela proposta, caberá recurso a qualquer uma das penalidades no prazo de dez dias.

Fonte: InfoMoney

Link do Artigo: AQUI

SÃO PAULO – Médicos formados em universidades estrangeiras já podem participar do processo para ter o diploma reconhecido no Brasil.

O diploma do candidato precisa ser de um curso de graduação reconhecido pelo órgão competente do respectivo país. Além disso, a carga horária precisa ser de, no mínimo, 7,2 mil horas, com um período de seis anos de curso e estágio prático correspondente a pelo menos 35% da carga total do curso.

As inscrições para o processo de revalidação começaram na última segunda-feira (18) e ficarão abertas até o dia 12 de fevereiro, em 25 universidades públicas do País, segundo Agência Brasil.

Prazo
Até o ano passado, quem quisesse revalidar o diploma deveria procurar uma universidade pública e aguardar um processo que poderia levar até seis anos. Cada instituição tinha procedimentos e regras distintos para avaliar os documentos.

Agora, a previsão é de que tempo de espera seja reduzido em ate seis vezes.

Avaliação
O profissional que quiser ter o diploma revalidado passará por exames práticos e teóricos, mas antes deve se inscrever no processo e apresentar a documentação exigida.

As provas serão aplicadas pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), autarquia do Ministério da Educação responsável por avaliações como o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e a Prova Brasil.

A lista dos candidatos que tiveram a inscrição aceita será divulgada até o dia 23 de março.

Como Criar Site de Clínica Médica

Noções Básicas

Hoje quando se fala em site para clínica médica se ver que pouco sabemos a respeito da usabilidade e principalmente de percepção dos clientes na Internet. Muitos profissionais como consultores, web design e até mesmo muitos profissionais de medicinas erram quando fazem sites cheios de efeitos, sons, janelas que se abrem automaticamente etc.

Muitas empresas descrevem nos seus sites suas missões, objetivos, metas, histórias pessoais etc. e etc. Nesse ponto, infelizmente, erram todos pois o que o cliente da Internet quer mesmo, quando visitam um site de empresas médicas são poucas coisas elementares. Todas as pesquisas sobre esse tema demonstram que o internauta dessa categoria de site quer informações imediatas e pertinentes. Para ele pouco importa os títulos, os congressos que o medico participou ou quantos clientes ele tem. O que o internauta quer saber é o seguinte:

A clínica realiza determinado serviço médico?

Quais são os convênios que a clínica atende?

Quais são os preços dos serviços particulares?

Quais são os profissionais que atendem na empresa?

Quais são os dias de atendimentos/especialidades?

Teoricamente um site de empresa médica devia ter somente as respostas para essas perguntas. As demais idéias de páginas do site, – por mais geniais, fantásticas e deslumbrantes que sejam -, se não responderam só e somente essas perguntas, são inúteis.

Baixe o e-book aqui: Como Criar Site de Clínica Médica

Mais de 500 profissionais de saúde já se colocaram a disposição para auxílio à população do país. Força será utilizada para reorganizar rede de atendimento local

O Ministério da Saúde disponibilizou nesta segunda-feira (18) o endereço eletrônico missaodeajudahaiti@saude.gov.br para que profissionais de saúde possam indicar interesse em ser voluntários na ajuda do Brasil à população do Haiti, atingido na última segunda-feira por um terremoto. Somente da rede do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro e do Grupo Hospitalar Conceição, do Rio Grande do Sul, cerca de 500 pessoas colocaram-se a disposição do esforço brasileiro. As primeiras equipes devem sair nesta semana. Também estão disponíveis 20 ambulâncias e 23 motolâncias do Samu.

“Isso mostra a solidariedade e capacidade dos profissionais de saúde do Brasil. Estamos prontos para organizar e atender situações de desastres, tanto nacionais, como no caso das enchentes, quanto na ação internacional, na ajuda ao Haiti”, afirma Clesio Castro, Coordenador Geral de Urgência e Emergência.

O sistema de saúde do Haiti está em colapso, diz Castro, pois os prédios dos hospitais e as unidades de saúde desmoronaram com o terremoto. A estratégia é que os voluntários façam parte da reorganização do sistema de saúde local. Cada equipe, de 50 a 100 profissionais, deve ficar no país por cerca de 15 dias. Segundo o coordenador, a situação é crítica, o que acarretará no desgaste dessas equipes, exigindo a rotatividade de pessoas.

O interessado deve enviar seu nome completo, indicar a formação e instituição para a qual trabalha, apontar se possui alguma experiência em situações de desastres e informar tempo disponível. O cadastro será analisado pelo Gabinete de Crise, conforme a necessidade apontada em cada momento de auxílio ao Haiti. A adesão, portanto, não dá a certeza de envio do profissional de saúde.

Os primeiros grupos a sair do país têm autonomia para seu cuidado e treinamento para situações de desastres. O Gabinete de Crise brasileiro também estuda como poderá auxiliar a reconstrução de unidades permanentes de saúde, uma vez que atualmente estão sendo utilizados os hospitais de campanha das Forças Armadas.

Na quinta-feira (14), foi iniciado o embarque de 20 kits de medicamentos e insumos estratégicos para a assistência farmacêutica ao Haiti. O material, com um total de 258 mil unidades de diversos produtos, é suficiente para atender 10 mil pessoas por um período de três meses. Outros 10 kits já estão à disposição do Gabinete de Crise para embarque.

Cada caixa contém antiinflamatórios, antibióticos, anti-hipertensivos, diuréticos, analgésicos, para o combate a dermatoses e sais de reidratação oral, além de seringas, luvas, esparadrapos e hipoclorido de sódio, para o tratamento de água potável, entre outros componentes. A medida integra o plano emergencial de socorro ao país desenvolvido entre o governo brasileiro e o comando da Força de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU) presente no Haiti.

Fonte: Agência Saúde

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Reportagem publicada ba Revista Veja dessa semana:

Os planos de saúde terão de cobrir uma nova – e extensa – gama de procedimentos médicos. É um avanço desejável, mas os custos vão subir. Continue lendo…

Fonte: Revista Veja

ANS

Dados do setor

Beneficiários de planos de saúde no Brasil: 54.210.637
Beneficiários em planos de assistência médica: 41.892.990
Beneficiários em planos exclusivamente odontológicos: 12.317.647
Beneficiários em planos contratados a partir de 2/01/99: 43.766272
Operadoras de planos de saúde em atividade e com beneficiários: 1.516

Fonte: ANS

Fonte:  ANS

Cerca de 44 milhões de beneficiários de planos de saúde terão direito a 70 novas coberturas médicas e odontológicas a partir de 7 de junho de 2010. É o que garante a Resolução Normativa nº 211, publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) na edição de hoje, 12 de janeiro de 2010, do Diário Oficial da União.

Transplante heterólogo (de uma pessoa para outra) de medula óssea, PET-Scan para diagnóstico de câncer de pulmão, implante de marcapasso multissítio, oxigenoterapia hiperbárica, mais de 20 tipos de cirurgias torácicas por vídeo, além de importantes inclusões no segmento odontológico, como colocação de coroa unitária e bloco são alguns dos principais procedimentos aos quais os beneficiários de planos de assistência médica e odontológica terão direito.

A nova norma atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, a cobertura mínima obrigatória oferecida pelas operadoras de planos de saúde a todos aqueles que possuem contratos celebrados a partir de 2 de janeiro de 1999 - data de entrada em vigor a Lei nº 9.656/98, que regulamenta o setor de saúde suplementar.

Além dos procedimentos, novas regras ampliam o atendimento ao consumidor
A RN nº 211 não traz apenas a lista de novas coberturas. Há uma série de mudanças que, a partir de 7 de junho, ampliarão o atendimento ao consumidor. Uma dessas é a cobertura pelos planos coletivos aos acidentes de trabalho e aos procedimentos de saúde ocupacional.

A nova resolução também determina cobertura integral nos casos em que as operadoras ofereçam internação domiciliar como alternativa à internação hospitalar, independentemente de previsão contratual. Se isso ocorrer, a operadora deverá cobrir medicamentos e todos os materiais necessários. Nos outros casos em que a atenção domiciliar não substitua a internação, a cobertura estará condicionada ao contrato.

A atenção à saúde mental teve importante ganho com a edição desta RN. Um destaque pode ser dado ao fim da limitação de 180 dias de atendimento em hospital-dia para a saúde mental, reforçando a política de substituição das internações psiquiátricas.

Cada vez mais, a regulação busca a integração entre procedimentos e sua forma de utilização, visando à segurança para os pacientes e ao aprimoramento da prática médica. Para tanto, foi ampliado o número de diretrizes de utilização (critérios que devem ser preenchidos para que a cobertura seja obrigatória) e a incorporação de diretrizes clínicas (guias de orientação da prática clínica baseadas nas melhores evidências disponíveis) produzidas pela Associação Médica Brasileira.

Leia mais ANS

A equipe da Intercriar fez uma análise da nova lei que criou a Dmed – Declaração de Impostos de serviços médicos-, instituída pela Receita Federal ( que entra em vigor para a declaração ano base 2010) e criou um e-book instrutivo sobre o assunto. O e-book é gratuito e descreve e explica todos os itens e compostos da Portaria, Lei e Medida Provisória sobre a Dmed.

Baixe agora esse e-book e obtenha as informações necessárias para a sua declaração de imposto de renda como profissional da área de saúde. Um segundo e-book está sendo concluído que visa exatamente orientar os(as) médicos(as) sobre as melhores formas de adequação tributária diante da Dmed.

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Fonte: Agência Câmara
06/01/2010
Proposta estabelece que só terá direito ao benefício os profissionais com tempo mínimo de serviço de dois anos em determinados municípios

A Câmara analisa o Projeto de Lei 5699/09, do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que concede a médicos e dentistas contratados para trabalhar no Sistema Único de Saúde (SUS) em municípios com até 20 mil habitantes dedução de 90% do valor do Imposto de Renda (IR) devido.

A proposta estabelece que só terá direito ao benefício os profissionais com tempo mínimo de serviço de dois anos nesses municípios. De acordo com Hauly, o objetivo da medida é estimular a permanência de profissionais de saúde em pequenas localidades.

Segundo ele, “a ausência de profissionais em cidades de pequeno porte na área de saúde é provocada pela falta de estrutura para atendimento, mas também pelos baixos salários”. O deputado afirma ainda que a medida atende a uma antiga reivindicação de prefeitos e vereadores.

Tramitação

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania

A Intercriar selecionou 08 e-books especiais e está lhe oferecendo de presente nesse ano que se inicia.

Esses e-books são enviados exclusivamente para os nossos clientes e parceiros e estão agrupados num arquivo zipado. Todos os e-books são abertos em leitores de PDF. Os e-books são:

13 conselhos para médicos empresários

Código de ética médica (novo)

Como anunciar de graça na Internet

Formação de custo de USG

A lei dos 03 minutos – como reduzir custos com telefonia

E-book gestão saúde – artigos selecionados

Guarda de documentos fiscais e contábeis e fiscais

História da saúde pública no Brasil

BAIXAR E-BOOKS!

Desejamos a todos um ano novo cheio de realizações e de grandes conquistas.

Um abraço especial da equipe da Intercriar!

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OPS MED.jpgOportunidades de Negócios para Empresas Médicas

Quais são as especialidades médicas mais lucrativas no Brasil?

Quais são os procedimentos médicos mais procurados pelos clientes?

Quais são as cidades e regiões onde se ganha mais dinheiro com a atividade médica?

Quais são as especialidades médicas mais adequadas para uma clínica realmente lucrativa?

Existe um índice com notas de validade de investimentos em serviços de saúde?

Essas e tantas outras perguntas instigantes permeiam as cabeças dos médicos, administradores e gestores de saúde privada do Brasil. Saber realmente onde estão os nicho de mercados na área de saúde e como e onde investir nesse segmento, tem sido a preocupação de muita gente que sabe que o mercado de saúde no Brasil é um grande e próspero filão.

SAIBA MAIS AQUI… >> Relatório Especial – Oportunidades de Negócios para Empresas Médicas <<

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Fonte: Folha de São Paulo Caderno Dinheiro de 24 de dezembro de 2009.

Receita aumenta fiscalização na saúde Com o objetivo de coibir uso de recibos falsos para deduções no IR, fisco institui declaracão para profissionais da área medica

Atraso na entrega do documento, a partir de 2011, dará multa de R$ 5.000; para o contribuinte, nada muda na declaracão anual

JULIANNA SOFIA

DA SUCURSAL DE BRASILIA

Na mais nova frente de ataque a fraudes fiscais, a Receita Federal instituiu ontem a Declaração de Serviços Médicos, uma nova obrigação tributaria para todos os profissionais da área de saúde – pessoas jurídicas ou equiparadas-, prestadores de serviços médicos e operadoras de planos de saúde. A primeira entrega ocorrera em 2011, com base nas informações fiscais de 2010.

O foco da medida sao os contribuintes que usam recibos médicos falsos para deduzir despesas com saude no Imposto de Renda. Segundo o subsecretário de Fiscalização, Marcos Vinicius Neder, irregularidades nas despesas medicas foram responsáveis pela retencao de 120 mil contribuintes na malha fina neste ano. Ou seja, 12% do total de declaracões fisgadas pela Receita.

“O nosso interesse não e no medico. O objetivo e ter mais informações para facilitar o trabalho de verificação dos dados dos contribuintes. Estamos fazendo um grande esforco para diminuir o numero de retenções na malha fina. Queremos reter só quem importa, o mínimo possível”, disse Neder.

Além de médicos, deverão preencher a declaracão profissionais como psicólogos, fonoaudiológos e dentistas.

Para o contribuinte, a nova obrigacao nao muda em nada a declaracão anual. Mas, com a Dmed, ele poderá checar, a partir de 2011, se o medico informou ao fisco os serviços prestados e pelos quais recebeu.

Internet

A checagem sera possivel pela internet (www.receita.fazenda.gov.br) para quem tem certificacao digital ou codigo de acesso ao extrato de situacao fiscal. Para gerar esse codigo, basta informar os numeros dos recibos das duas ultimas declaracoes de IR.

A data para a entrega da nova declaracao sera sempre o ultimo dia util de fevereiro. A Dmed devera ser enviada anualmente pelos profissionais de saude. O atraso na entrega do documento sera punido com multa de R$ 5.000 ao mes.

Se os valores informados estiverem errados, ainda sera cobrada multa de 5% sobre a informacao omitida, inexata ou incompleta. Ja os contribuintes estao sujeitos ao pagamento de multa no valor de 75% do imposto devido caso sejam intimados pelo fisco e nao consigam comprovar a despesa medica declarada.

Segundo a Receita, 75% dos profissionais de saude atuam como pessoa juridica. Atualmente, existem 130 mil cadastrados. Alem disso, ha as pessoas fisicas que sao equiparadas a empresas de acordo com a legislacao do IR. Tambem deverao entregar a Dmed os planos de saude e as prestadoras de servicos medicos.

Ate agora, a Receita so recebia as informacoes globais dos profissionais de saude, seja nas declaracoes de pessoas juridicas, seja nas de pessoa fisica. Com a nova declaracao, os dados serao tratados de forma individualizada.

A Dmed devera conter os dados dos profissionais/prestadores de servico, o nome completo e o CPF do paciente que pagou pelo tratamento e o valor recebido. No caso de operadoras de planos de saude, alem de nome e CPF, deverao ser informados os valores recebidos do contribuinte, individualizado por beneficiario titular e dependente, assim como a quantia dos reembolsos feitos aos beneficiarios.

Em planos coletivos empresariais, as operadoras estao dispensadas de informar os dados dos contribuintes enquanto durar o vinculo de emprego.

De acordo com a Receita, a Dmed devera ser apresentada em meio digital. Um programa para preenchimento das informacoes sera colocado a disposicao dos profissionais de saude na internet. Para empresas, a declaracao devera ser entregue pela matriz da pessoa juridica, contendo as informacoes de todos os estabelecimentos.

A Folha procurou entidades da classe medica para comentar a nova declaracao, mas nao obteve resposta.

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Pense Nisso!

“Os médicos continuarão sendo médicos sem os planos de saúde e convênios médicos. Esses, sem os médicos, não existem.”