Os clubes de futebol do Brasil, em especial os do Rio Grande do Sul, descobriram que vale a pena investir em jogadores dos países vizinhos. Normalmente eles têm custo menor e são de boa qualidade.
Os gestores de municípios da fronteira utilizam o mesmo recurso. Tiram proveito de um acordo firmado em 2004 para contratar médicos das nações do Mercosul, ao arrepio da legislação que estabelece regras muito claras a esse respeito.
Na relação com os dirigentes de Grêmio e Internacional, por exemplo, os administradores municipais – prefeitos e secretários de Saúde – são beneficiados: podem empregar médicos estrangeiros à vontade. Já aos clubes é imposto um limite de jogadores por partida.
Escrito por Fernando Weber Matos
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