Os profissionais de saúde são remunerados basicamente de três formas, sendo:

Empregos – nessa modalidade os rendimentos mensais advêm dos seus salários mensais. Nota-se que nesse caso o médico é uma pessoa física contratada sem a necessidade de constituição de uma empresa para prestação de serviços. Os impostos, taxas e contribuições serão deduzidos na fonte dos seus proventos, conforme as normas de tributação trabalhista.

Prestação de serviços de planos de saúde e convênios médicos – Nessa modalidade o médico recebe rendimentos como prestador de serviços para terceiros. Normalmente nesse caso o médico faz parte de uma sociedade empresarial constituída e habilitada para esse fim. A tributação ocorre conforme o enquadramento tributário da empresa e sua faixa de faturamento.
Particular (Privado) – Nessa modalidade o médico recebe os seus proventos diretamente dos seus clientes privados. A tributação será conforme a sua constituição de pessoa física ou jurídica. Sendo, portanto, tributado conforme esse enquadramento.

Além desses rendimentos diretos, os médicos podem ter outras fontes de faturamentos indiretos oriundos das prestações de serviços complementares, procedimentos e exames clínicos (USG, ECG, Raio X, Doppler etc.).
Para atuar como médico, o profissional precisa está habilitado pelo seu conselho classista (CRM). O médico não necessita ter uma empresa aberta para atuar como empregado ou prestador de serviço privado. Contudo, os planos de saúde e convênios médicos exigem a abertura de empresas para poder credenciar o prestador de serviço. Isso ocorre porque nessa modalidade se paga menos contribuições previdenciárias e há retenção do imposto de renda na fonte. Daí a atual exclusão de contratação de pessoas físicas (que pagam mais impostos) no rol de adesões de planos de saúde e convênios médicos.

Anúncios