CLIC COMPRAR02- História dos serviços médicos populares no Brasil.

Nos últimos anos o mercado de saúde tem assistido profundas e fundamentais mudanças em nosso país. Antes polarizado entre os precários serviços públicos e os planos de saúde, esse mercado viu surgir diversas inovações e surpreendentes transformações mercadológicas.

Uma dessas inovações mais surpreendente foi à estruturação das chamadas clínicas médicas populares. Antes disso, os serviços médicos particulares estavam todos focados nas parcelas das populações que podiam pagar por consultas que representavam valores médios com preços de um terço do salário mínimo vigente. Dessa forma o acesso as consultas e aos serviços médicos particulares estava concentrado em apenas 08% da população humana do Brasil. Algo em torno de 15,2 milhões de brasileiros.

Quem não tinha os valores para pagar por esses serviços médicos sofria nas imensas filas do atendimento público de saúde do Brasil. Nesse caso, os oferecidos pelos SUS (Sistema Único de Saúde). Outra parcela da população brasileira, – algo em torno de 42 milhões de pessoas -, era formada por usuários de planos de saúde ou convênios médicos. Essa parcele tinha acesso aos serviços médicos nos mesmos patamares de qualidade dos serviços particulares ou similares.

A verdade da situação era a seguinte: do total de 190 milhões brasileiros, aproximadamente 90 milhões tinham acesso aos serviços de assistência médica privada e pública e aproximadamente 100 milhões de pessoas não tinham nenhum tipo de assistência médica. Ou seja, essa última parcela – quanto aos aspectos de saúde -, vive entregue a sua própria sorte, quando o assunto é acesso á saúde.

Nesse universo de oportunidades mercadológicas logo se descobriu que muitas pessoas que não queriam utilizar os serviços públicos de saúde, podiam pagar por serviços médicos privados que tivessem preços mais acessíveis. Nesses casos, mesmo os valores ditos como populares eram (e são) superiores aos mesmos serviços pagos aos médicos pelo serviço público de saúde do Brasil.

Contudo, um detalhe era e é crucial: Os serviços médicos populares não podiam ser cópias dos modelos de atendimento dos serviços públicos de saúde.

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