O Brasil tem hoje quase 370 mil médicos, o equivalente a dois profissionais para cada mil habitantes. (Dados novembro de 2012). Sendo que as regiões Sul e Sudeste detêm 57% dos médicos nacionais. Segundo o estudo Demografia Médica de 2013, do Órgão classista dos médicos (órgão classista dos médicos), a capital do Rio, por exemplo, tem índice de 6,18 médicos por mil habitantes, enquanto a taxa do estado é 3,62.

A distribuição está assim compreendida:

 

Região Percentual populacional Percentual de médicos Médicos / 100 habitantes PIB per capita
Norte 7,7% 4,1% 1,12% R$ 4.078,00
Nordeste 28% 16,2% 1,2% R$ 3.183,00
Sudeste 42,6% 57,7 2,81 R$ 8.914,00
Sul 14,8% 14,2% 1,99$ R$ 7.992,00
Centro-Oeste 6,9% 7,8% 2,34 R$ 6,378,00

Para o órgão classista dos médicos o que não faltam são médicos no Brasil. A posição do Órgão classista dos médicos diante das informações reveladas pelo levantamento é de que não há escassez de médicos no país. O que há, sim, é uma má distribuição dos profissionais pelo território nacional.

Para contornar essa situação, o órgão classista dos médicos defende a adoção de eficazes políticas de interiorização do trabalho médico. A criação de uma carreira de Estado para os profissionais e a implantação de planos de cargos, carreiras e vencimentos são medidas defendidas pelo conselho.  além disso, o órgão classista dos médicos considera fundamental que os sistemas de assistência à saúde sejam aperfeiçoados, principalmente no interior dos estados.

As áreas mais bem pagas são as de alta complexidade, como transplantes, cirurgias e oncologia. Consequentemente, são mais procuradas.