Por Roberto Carlos Rodrigues.

O mercado de clínicas médicas vem evoluindo de forma magistral em todo o Brasil. Nas últimas duas décadas registrou-se em nosso país a diminuição dos modelos de policlínicas e crescimento das clínicas de especialidades.

As policlínicas, que tem como foco principal o atendimento de clientes de planos de saúde e convênios médicos, viram seus custos aumentarem significativamente enquanto suas receitas decaíram, por conta dos baixos preços praticados pelas operadoras de planos de saúde.

Por conta disso, este mercado encontra-se quase que estagnado e poucos foram os investidores que tiveram coragem de abrirem novas empresas ou filiais deste modelo de negócio.

Por outro lado, as clínicas de especialidades têm crescido de forma pontual quase em todo o nosso país, por conta da nova clientela da área de saúde que gasta quase seis vezes mais com serviços médicos especializados em relação aos serviços gerais de medicina.

Nessa última opção, ver-se também o crescimento das clínicas médicas populares, que são focadas em uma parcela da população humana brasileira que não tem acesso aos serviços médicos oferecidos pelos planos de saúde e convênios médicos ou que não querem ser clientes dos serviços públicos.

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